22 de junho de 2017




“Nós precisamos lembrar que pecadores não são ganhos através de relações públicas bem engendradas, mas com evangelho − uma mensagem inerentemente exclusiva − é o poder de Deus para a salvação” 
– John F. MacArthur

A Igreja prega o Evangelho, consciente de que Ele é o poder de Deus para a salvação dos que crêem (Rm 1.16).A Igreja por si só não produz vida, todavia ela recebeu a vida em Cristo (Jo 10.10).A Igreja anuncia a Palavra crendo na Sua autenticidade, sabendo que Ela é a Palavra de Deus, poderosa para a salvação de todo aquele que crê. Quando anunciamos o Evangelho podemos ter a certeza de que Deus cumpre a Sua Palavra. Sem esta convicção não há lugar para a pregação eficaz.

Quando nos dirigimos aos homens apresentando a salvação por Cristo, estamos na realidade, reivindicando que eles se arrependam e creiam no Evangelho. Ao assim procedermos, estamos, de fato, pressupondo corretamente que todos os homens pecaram distanciando-se de Deus, estando perdidos, necessitando, portanto, da salvação. Esta é a convicção de Paulo: “.... todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23).

Portanto, todo o labor evangelístico da Igreja se ampara neste pressuposto fundamental: Todos os homens pecaram, distanciando-se de Deus, o Seu Criador, em Quem somente há vida. A Igreja anuncia o Evangelho sabendo que o homem nada pode fazer para voltar à vida; todos estão mortos em seus delitos e pecados (Ef 2.1,5). 

 “.... é completamente antiescriturístico favorecer qualquer tipo de evangelização que negligencie 
a doutrina sobre o pecado”.(D.M. Lloyd-Jones, Santificados Mediante a Verdade, São Paulo: Publicações Evangélicas Selecionadas (Certeza Espiritual, Vol. 3), 2006, p. 115.)