16 de maio de 2011



A nossa salvação é Graça, mas foi pago o preço do Sangue do Cordeiro como sem defeito e sem mácula—o Sangue de Cristo.

Em relação a Deus não há barganhas a fazer. Está tudo feito e consumado.

Em relação à vida, no entanto, ainda há tudo por seu feito.

Portanto, a salvação gratuita nos conduz a uma vida de grato compromisso com a Causa da Graça de Deus na Terra e entre os homens.

É esse entendimento aquilo que gera saúde no nosso crer e eficiência na nossa fé.

A gratuidade da Graça deve gerar responsabilidade e compromisso.

Os cristãos que dizem ter entendido o dom segundo a Graça, deveriam ser os mais generosos, hospitaleiros, bondosos, e aptos para contribuir em tudo.

Será que nós não podemos nos oferecer a Deus e à vida como sendo essa geração?

A geração que doou por amor, que contribuiu por puro privilégio, que se entregou com gratidão, e foi fiel apenas por amor?

Ou será que precisamos de medos e ameaças a fim de nos mobilizarmos para aquilo que é bom?

A Graça genuína não se justifica por obras, mas mediante a fé; porém, produz obras assim como a vida produz vida.

(Postado por Blog do Caminho em 4/27/2011 08:05:00 PM)



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